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chávenas de chá

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canecas

tigela

15 proverbios:
devagar de vai ao longe - caracol
re-béu-béu pardais ao ninho - pássaro
a pensar morreu um burro - orelhas
quem não tem cão caça com gato - gato
não deixes para amanha o que podes fazer hoje - mealheiro
quem procura sempre alcança - alfinete de ama
pela boca morre o peixe - peixe
sapo que salta agua não falta - sapo
p'ra quem é bacalhau basta - lata de conserva
guardado esta o bocado para quem o há-de comer - bolo
mais vale um pássaro na mão que dois a voar - gaiola
quem não arrisca não petisca - ratoeira
deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer - relógio
quem anda à chuva molha-se - guarda-chuva
quem foi ao mar perdeu o lugar - banco
açucareiro:
o que é doce nunca amargou - rebuçado

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15 proverbios:
devagar de vai ao longe - caracol
re-béu-béu pardais ao ninho - pássaro
a pensar morreu um burro - orelhas
quem não tem cão caça com gato - gato
não deixes para amanha o que podes fazer hoje - mealheiro
quem procura sempre alcança - alfinete de ama
pela boca morre o peixe - peixe
sapo que salta agua não falta - sapo
p'ra quem é bacalhau basta - lata de conserva
guardado esta o bocado para quem o há-de comer - bolo
mais vale um pássaro na mão que dois a voar - gaiola
quem não arrisca não petisca - ratoeira
deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer - relógio
quem anda à chuva molha-se - guarda-chuva
quem foi ao mar perdeu o lugar - banco
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o que é doce nunca amargou - rebuçado
©bonito serviço!
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uma caneca e um conto

o corvo e a raposa
O corvo roubou um queijo e, com ele no bico, parou num ramo para descansar. Passou ali uma raposa que, sentindo o aroma do queijo, parou a pensar como o conseguiria tirar do bico do corvo. Aproximou-se cautelosa, não fosse o corvo assustar-se e fugir, e logo se desfez em elogios para ele. Começou pelas suas penas brilhantes, a sua postura real, e por fim elogiou a sua voz, tão maravilhosa e rara, pensando que o corvo, de vaidoso, abriria a boca para cantar e largaria o queijo. O corvo achou-se esperto e, já conhecendo esta história de outros livros, não abriu o bico. Mas a raposa, sendo matreira, ignorou o desprezo do corvo, disfarçou, assobiou e, fingindo ir-se embora, perguntou ao corvo as horas. O corvo não quis ser indelicado e, antes que desse conta que tinha sido enganado, o queijo já estava na boca da raposa.
Adaptado de Texto original de Jean de La Fontaine, 1668
Desenho original de Ricardo Falcão
©bonito serviço!
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